Depois de ter partilhado convosco este meu trauma, vim só dizer-vos que mais de um ano depois ele continua bem presente na minha vida, e na vida dos meus colegas preguiçosos.
O meu patrão continua a escrever-me dia sim, dia sim, um "Catariana, Catarona, Cataruina" mas já não me aborrece. Já perdi muitas noites de sono por causa disso e não tenciono perder mais.
O pedaço de trauma que hoje vos trago, chega por parte do informático, que supostamente deverá ser uma pessoa que faz as coisas com cuidado, nomeadamente no que toca a definir um nome de utilizador para um programa, que ainda por cima não pode ser alterado.
Serei então, para sempre, a Catarira.
Estive doente quando ele cá esteve, compreendo que isso o tenha abalado e que ele tenha ficado em baixo por não me ver, mas vingar-se desta forma é jogar sujo.