Esta é, sem dúvida alguma, a expressão que eu mais utilizo. Primeiro, porque me faz sempre sentir superior e eu gosto muito disso e segundo, porque visualizo sempre um burrinho num prado verdejante a cair para o lado.
À semelhança das outras expressões, também temos de viajar bem para trás no tempo para perceber a sua origem. Esta foi herdada da história "Burro de Buridan" escrita pelo filósofo Francês Jean Buridan, no século XIV.
(Imagem gentilmente roubada ao Programa ZigZag exibido na Rtp 2)
A história ilustra a indecisão que caracteriza a grande maioria do ser humano. Como? Através de um burro a quem vou gentilmente chamar Zeca. O Zeca andava pelo bosque esfomeado e cheio de sede, até que a certa altura lhe são finalmente colocadas à frente, duas tigelas. Não me perguntem quem as meteu lá porque eu não sei.
Uma das tigelas tem água e a outra tem aveia. O Zeca demorou tanto tempo a decidir se estava com mais fome ou com mais sede, que acabou por morrer. Trágico não é? Logo tinha de acontecer uma coisa destas a um burro como o Zeca.
Isto é tudo muito giro mas eu fiquei sem saber se o Zeca morreu de fome se de sede. Sei no entanto que se esta história tivesse sido escrito nos dias de hoje, o Zeca não morria. Toda a gente sabe que ele ia escolher a Aveia. A aveia está imenso na moda.
Sedentos por mais explicações? Há outras aqui!
Uma das tigelas tem água e a outra tem aveia. O Zeca demorou tanto tempo a decidir se estava com mais fome ou com mais sede, que acabou por morrer. Trágico não é? Logo tinha de acontecer uma coisa destas a um burro como o Zeca.
Isto é tudo muito giro mas eu fiquei sem saber se o Zeca morreu de fome se de sede. Sei no entanto que se esta história tivesse sido escrito nos dias de hoje, o Zeca não morria. Toda a gente sabe que ele ia escolher a Aveia. A aveia está imenso na moda.
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