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quarta-feira, 23 de março de 2016

Déjà Lu - Livraria Solidária

Após uma ausência prolongada, fruto  de não ter nada para vos dizer, retomo actividade com um post a virar para o intelectualóide. Parece-vos bem? Não? Temos pena, vou escrever na mesma. 

Ouvi falar da Déjà Lu perto da altura da sua inauguração (já tem um ano de vida), mas só recentemente é que me envolvi mais na coisa. Um passeio solitário por Cascais no final do mês de Janeiro foi a altura escolhida para ir conhecer o espaço. 





Já conhecia a história por trás da livraria: Uma livraria solidária, sem fins lucrativos, cujo valor da venda dos livros reverte a 100% para a Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21, para projectos de promoção da profissionalização de jovens com Trissomia 21. Como fizeram há pouco tempo um ano, aproveitaram a ocasião para entregar à APPT21 as receitas do primeiro ano de actividade: € 20.000,00. Entregaram também € 2.000,00 à Pais 21.

Parece-vos bem até aqui, não parece? Mas eu vou revelar um bocadinho mais, para que vos pareça ainda melhor: todos os livros da livraria são livros já lidos que foram doados por pessoas que acharam que os livros lá de casa estariam melhor por ali. Qualquer pessoa pode doar livros sendo apenas necessário que os deixe na livraria ou em locais designados para o efeito.
 



Serem uma livraria solidária aliado ao facto de venderem livros em segunda mão, faz com os livros sejam super baratos! Há livros desde €1 e a maioria ronda os €4 - €6. Na minha visita de Janeiro, trouxe estes três livros por €9. Quanto é que isto me custaria numa Fnac da vida? Nada, porque nem sequer os encontrava.


Ao fim de um ano de existência, e fruto de muita generosidade e trabalho, a livraria tem hoje imensos livros dos mais variados autores e géneros: poesia, romances, policiais, livros de auto-ajuda, de terapias, de culinária, livros infantis, fantasia, erotismo, biografias, literatura de viagens e o diabo a sete. 






Como já devem ter percebido pelas fotografias, o espaço é de babar. Todos os recantos têm um pormenor que não nos deixa indiferentes e é visível um grande amor e uma grande dedicação em proporcionar ao visitante uma experiência agradável.  













Há um sítio em concreto que faz as minhas delícias. Uma parede que funciona mais ou menos como um diário gráfico, onde a fundadora do projecto, e não sei se mais alguém, colaram e vão colando imagens, desenhos e até coisas encontradas no meio de livros que foram doados. 










Como podem perceber por este post de sete metros e meio, fiquei fascinada com este espaço. Foi por isso que na minha primeira visita me inscrevi como voluntária. 

No sábado passado fiz o meu primeiro turno e no dia 3 de Abril faço outro. Como eu sei que ficaram cheios de vontadinha de visitar a Déjà Lu, façam-no no dia 3. Assim vêm-me e a vossa visita torna-se ainda mais especial. 

Aqui ficam alguns detalhes importantes: 

Morada: Livraria Déjà Lu, no restaurante Taberna da Praça, Pousada de Cascais
                Fortaleza da Cidadela, Av D. Carlos I,
                2750-310 Cascais

Horário: Segunda - Encerrada
               Terça a Sexta - das 11h às 19h
               Sábado - das 12h às 20 h
               Domingo - das 12h às 18h

Notas: Este post não foi escrito em parceria com a Déjà Lu, não vou receber livros grátis, não me vão vão aumentar o ordenado (porque não o tenho), mas talvez seja promovida a voluntária do mês.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Sábado #2




No sábado o meu namorado pegou na trela e foi passear-me. Fui finalmente conhecer o Moinho D. Quixote, em Colares, um bar que tem uma grande fama por estar localizado num sítio espectacular. Confere. Fiquei fascinada com a envolvente e com o ambiente do bar. Bem no meio da serra, com uma esplanada gigante dispersa por entre árvores e arbustos e com uma vista para o Atlântico de cortar a respiração. Como se isso não bastasse, o serviço foi super simpático, o vinho e o batido deliciosos, e ainda pedimos uns scones que não estão na fotografia. Fiquei com pena de não ter tirado fotos ao interior do bar, que era espectacular, mas fica para uma próxima, vou com toda a certeza lá voltar. 










Depois fomos ver o pôr-do-sol ao Cabo da Roca. Dispensa apresentações, não é verdade? Quero agradecer publicamente ao meu namorado que, mesmo estando quase a entrar em hipotermia, ficou comigo ao frio e ao vento (e que vento) até ao sol desaparecer. Sou apaixonada por este momento do dia, e acho que ele sabe disso.


Fica também um vídeo feito por mim e editado por ele. Está prometido que para a próxima começo a gravar mais cedo.

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Sábado

O meu sábado foi aqui:


 





Na Barragem do Rio da Mula, em Sintra.

Não coloco fotografias do meu look porque não vejo em que é que isso pode contribuir para a vossa felicidade. E também porque nenhuma marca me patrocinou. Saiu-me tudo do bolso.